O que normalmente é recomendado
Protetor solar, água, lanche leve, saco para o próprio lixo e calçado confortável se você pretende fazer trilhas (mesmo que curtas). Evite depender de “comprar tudo lá”.

A Ilha do Campeche é um dos passeios mais desejados do leste de Florianópolis, combinando mar transparente, trilhas guiadas e um valor patrimonial importante. Nesta página, você encontra um roteiro completo: como planejar a visita, o que fazer, o que levar e onde prestar atenção para curtir com segurança e respeito às regras de preservação.
A experiência na Ilha do Campeche costuma agradar por três motivos: o cenário de mar muito claro e costões, o acesso controlado (o que ajuda a manter o ambiente mais organizado) e as atividades guiadas — que variam conforme as condições do dia e as regras vigentes.
Para quem está montando um roteiro em Florianópolis, ela funciona muito bem como “passeio-âncora”: você separa um turno (ou um dia) para a travessia e volta com a sensação de ter feito algo realmente único — desde que planeje com antecedência e chegue com expectativa alinhada ao clima e ao mar.


Protetor solar, água, lanche leve, saco para o próprio lixo e calçado confortável se você pretende fazer trilhas (mesmo que curtas). Evite depender de “comprar tudo lá”.
Respeitar áreas sinalizadas, evitar tocar em formações/locais sensíveis e seguir as orientações de monitores no desembarque e nas trilhas. A ilha é um ambiente onde “pequenas atitudes” acumulam impacto.

As travessias são feitas por embarcações autorizadas e podem variar conforme temporada, mar e regras operacionais. Em Florianópolis, é comum encontrar saídas a partir de praias do leste e do sul da ilha. A dica mais prática é: defina o ponto de saída pensando no seu deslocamento e garanta o agendamento quando necessário.
O roteiro “clássico” combina tempo de praia com caminhada leve e, quando disponível, atividades guiadas. Se você quer aproveitar sem correria, escolha no máximo duas frentes no mesmo dia (por exemplo: praia + trilha; ou praia + snorkeling).
Trilhas podem ter regras de acesso e limite de grupo. Vá com calçado firme, água e atenção às orientações. O objetivo aqui é curtir o caminho, não “bater recorde”.
Trilhas podem ter regras de acesso e limite de grupo. Vá com calçado firme, água e atenção às orientações. O objetivo aqui é curtir o caminho, não “bater recorde”.
Em dias de mar mais calmo, atividades com máscara e snorkel podem ser uma boa. Confirme se há operação guiada no dia e evite improvisar em condições ruins.
Prefira fotos rápidas e discretas, sem pisar em áreas sensíveis. Um bom hero + 2 ou 3 fotos de apoio já sustentam muito bem o post e o compartilhamento.
Além da paisagem, a Ilha do Campeche é conhecida por ter um valor patrimonial ligado a registros arqueológicos. Por isso, algumas áreas e atividades podem ser restritas ou exigirem acompanhamento — e o comportamento do visitante pesa ainda mais.
Se você for participar de trilhas com foco em pontos de interesse histórico/arqueológico, encare como uma visita a um “museu a céu aberto”: observe, registre com respeito e evite contato direto com superfícies sensíveis.

Vá com um plano “A” e um plano “B”. Se o mar estiver ótimo, priorize praia e água. Se o mar estiver mexido, priorize caminhada leve e fotos. Isso evita frustração e deixa o post mais coerente com a experiência real.